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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O PRAZER DE SE GRAVAR EM DSLR

Assista ao nosso mais recente trabalho com NIKON D7000




Indescritível o trabalho em mais um fim de semana com as DSLR Nikon D7000. Dessa vez a equipe Memory Brasil foi cobrir um mega casamento no interior do estado, em uma igreja charmosa com festa em um hotel de primeiro mundo.
O resultado é sempre algo surpreendente.
Outra demanda foram dois filmes publicitários. Um corporativo, da indústria AlfaHair e outro, comercial, da Faculdade de Medicina, Emescam.


Eu e uma D7000 com grip e lente 10.5mm
César Magreen da Green Filmes - Usando nossas NIKON com slider
Alex Birck, sua D7000, uma 50tinha 1.4 e LED Z96. Feliz da vida
O que podemos dizer é que surge uma nova visão e postura nos eventos. O trabalho aumenta pois foge-se do tradicional e se busca novos ângulos e diferentes acontecimentos. Cada profissional se transforma em um diretor de cinema acumulando as funções de roteirista, produtor e diretor de fotografia. Para se ter ideia, o clipe final que normalmente se transforma em um compacto de 5 a 7 minutos, necessita de "toneladas" de imagens diferentes. É um dia inteiro junto ao casal para se ter cenas suficientes para surpreender o cliente. O velho estilo de chegar uma hora antes na igreja e depois cobrir a festa já não funciona mais. O videomaker terá que ter na cabeça que gravar com DSLR não veio facilitar as coisas. Veio pra dar muito mais trabalho.
Se você é daqueles que estava acostumado a colocar a filmadora no ombro, ou nas mãos, e deixar tudo no automático, esqueça. A operação em DSLR requer atenção redobrada em tudo e em todos. Um olho no gato (cliente), outro no peixe (festa), e mais um no rato (câmera). Além da preocupação em captar os acontecimentos para depois virar a história de um casal, você deve se preocupar em sempre manter a cena no foco, ajustar a ISO, corrigir a velocidade, desligar, diminuir ou aumentar a intensidade do LED, checar o tempo de gravação, trocar o monopé pelo slider, conferir as cenas....ufa, tudo isso ao mesmo tempo.


O sentimento atual, depois de terminar de gravar um evento destes, é como se estivéssemos carregando um caminhão lotado de pedras nas costas. Antes, com as filmadoras, a impressão era de apenas um fusca.

Outro engano é de quem pensa que, pelo fato de uma câmera fotográfica ser mais barata que uma filmadora, que vai economizar no investimento. O buraco é muito mais embaixo.
O investimento, e é onde a grana vai embora, são nos acessórios para se fazer algo satisfatório. Lentes, suportes, iluminação, gravação externa de áudio.

Sugiro, para quem quer ingressar nesse mundo novo para alguns, e velho para outros, é, primeiramente, decidir pela marca. Depois comprar uma DSLR mais barata (T3i/D3100) e ir incluido nos eventos com filmadora. Faça os testes, se adeque as dificuldades, aos movimentos, e depois mergulhe de cabeça.

Para a turma que grava palestras, congressos e eventos contínuos, minha dica é manter uma filmadora, ou duas, na casa. Nestes eventos a DSLR não trará diferencial nenhum. Só mais trabalho por grana a menos.

Sobre a produção do VT


"O mais incrível é que, numa produção destas a meses atrás, precisávamos de meia tonelada de equipamentos e uma Van lotada. O diretor da agência de propaganda chegou a se assustar quando uma 
equipe de "dois" chegou a locação com 2 mochilas KATA, um tripé Manfrotto, uma GlideCam 
e um Slider na mão. E lotados de entusiasmo!"



Confira nosso VT que está rodando na TV Globo local. 2 D7000. Utilize a senha emescam

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