MATÉRIAS

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

SONY NX5 - CONFIGURAÇÕES

A Sony NX5 é a grande opção das produtoras que querem um equipamento de excelente custo-benefício


Muito tem se pedido para publicar o ajuste de Picture Profile da NX5. Tal qual um carro zerinho que sai da concessionária, esta câmera revolucionária precisa de algumas configurações básicas para operar a pleno vapor. Os parâmetros são praticamente os mesmos adotados pela série Z (Z1, Z5, Z7) mudando apenas algumas nomenclaturas e posicionamento de botões.
Importante lembrar, como o próprio nome diz, que é um ajuste pessoal. Então essa referencia é a minha que pode ser diferente no resultado para você. Então fica a seu critério uma personalização mais do seu jeito. Inclui mais dois PP de amigos que possuem a NX5.


Tal qual a família Z da Sony, a NX5 possui parâmetros de ajustes idênticos.

Use PP2 para esta programação. Procure deixar o PP1 liberado para ajustes momentâneos ou testes que poderão ser descartados.


Opção 01 (Configurado por Keko Sinclair)

NIVEL DE PRETO = 0
GAMMA  = CINEMATONE 1
GAMMA PRETO = FAIXA = MÉDIO
                                  NIVEL = 0
ARTICULAÇÃO = AUTOMÁTICO
MODO COR = TIPO PADRÃO
                          NIVEL 8
NIVEL DE COR = 0
TONALIDADE DE COR = 0
PROFUNDIDADE COR = TUDO 0
AJUSTE WB = FILTRAR TIPO = LB-CC
                           RESTANTE = TUDO 0
DETALHE = NIVEL = -3
                       AJUSTE MANUAL = DESLIGAR
DETALHE TOM PELE = DESLIGAR



Opção 02 (Configurado por brunetvideo.com.br)


NÍVEL DE PRETO: -10
PRETO RGB: 0 0 0
GAMA: X.V.
GAMA PRETO: FAIXA MÉDIO NÍVEL 0
ARTICULAÇÃO: AUTO
MODO CÔR MATRIZ: ITU709 NÍVEL 4
NÍVEL CÔR: +3
TONALIDADE DE CÔR: 0
PROFUNDIDADE DE CÔR: (TUDO 0)
AJUSTE WB: FILTRAR TIPO:LB-CC TEMP COR: +4 CC:0 GANHO R:0 GANHO B: 0
DETALHE NÍVEL: 0
AJUSTE MANUAL: LIGA
EQUIL V/H: 0
EQUIL B/W: TIPO 4
LIMITE PRETO: 3
LIMITE BRANCO: 7
CRISPENNING: 0
DETALHE INTS LUZ: 0
DETALHE TOM DE PELE: DESLIGADO



Opção 03 (Configurado por Marinho Andriota)


NÍVEL DE PRETO: 0
PRETO RGB: 0 0 0
GAMA: PD
GAMA PRETO: FAIXA ALTO NÍVEL -3
ARTICULAÇÃO: AUTO
MODO CÔR MATRIZ: ITU709 NÍVEL 4
NÍVEL CÔR: +4
TONALIDADE DE CÔR: +3
PROFUNDIDADE DE CÔR: R -1 (TUDO 0)
AJUSTE WB: FILTRAR TIPO:LB-CC TEMP COR: +4 CC: 0 GANHO R: 0 GANHO B: 0
DETALHE NÍVEL: +7
AJUSTE MANUAL: DESLIGAR
DETALHE TOM DE PELE: DESLIGADO


Opção 04 (Para AX2000 - Configurado por Vinicius Hozara)

GAMMA: Cinematone2
COLOR MODE: TYPE: Cinematone2 - LEVEL: 6
COLOR LEVEL: +1
COLOR PHASE: -1
WB SHIFT: LB(COLOR TEMP): 0 - CC(MG/GR): 0
DETAIL: -5
SKINTONE DETAIL: OFF


BBB, bom, bonito e barato. 16 Gb por R$ 89,00. Se procurar, acha mais barato.

CARTÃO
Como a NX5 tem um excelente custo-benefício, escolhi trabalhar com os cartões da marca Transcend, SDHC de 16Gb. Tem que ser Classe 10, menos nem pensar. Paguei R$ 89,00 na BH Video Pro.


ÁUDIO
Prefira trabalhar com áudio no formato DOLBY DIGITAL. O Linear PCM dá ruído, interferências e a qualidade não é lá essas coisas.


GPS
Se você tem seu negócio calculado para faturamento por disponibilidade de hora (que é o meu caso), prefira manter o GPS ligado, dessa forma o local, data e hora estarão registrados no primeiro arquivo que a câmera for gravar. (Leia mais em: http://kekosinclair.blogspot.com/2011/08/leitor-de-gps-para-sony-nx5.html )




NX5 e LETUS Elite. Conjunto perfeito para produções especiais.

LETUS
Para os usuários do adaptador 35mm LETUS, a câmera vem de fábrica com o Steadyshot ativado. Sugiro que desative assim a NX5 permitirá que a vibração da LETUS cumpra o seu papel durante a gravação.


NOTA IMPORTANTE
Este tópico não pára por aqui. estará sempre aberto para atualização, informações gerais e complementos que se façam necessários para implementar o conhecimento dos usuários da Sony NX5.


Abaixo asista a um vídeo com as primeiras configurações de sua nova câmera Sony NX5.







E este vídeo que explica como configurar para gravar em local escuro eliminando os ruídos.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

MICROFONE SONY WCS-999 DE BAIXO CUSTO

Minha DICA DO MÊS: Um microfone de lapela simples e de baixo custo.
É a Sony ampliando seu mercado cada vez mais.
Respeitando as limitações do equipamento quanto a distância, funciona muito bem para o valor que é vendido.


O microfone Sony WCS-999 oferece uma solução sem fio, a um custo acessível, para entrevistas em vídeo, conferências, palestras, reuniões, etc. O kit fornece um receptor portátil, montável em câmera, um transmissor com presilha de cinto e um microfone de lapela. O sistema opera através da faixa FM de 900MHz, o que resulta em uma alta performance de RF em uma faixa de operação estendida de até 45 metros sem barreiras. O microfone omnidirecional oferece uma boa captação se respeitada a distância e quanto mais perto do receptor melhor. Longe ou no limite de de sua transmissão, por ser FM, pode acabar recebendo sinais de interferência de rádio-amador (faixa da polícia) ou até mesmo de celulares. Portanto é importante saber que para um perfeito sinal de áudio, quanto mais perto, melhor. No conjunto testado acompanha um headphone com um único fone, prendendo-se ao receptor para o monitoramento do sinal de entrada de áudio. 
Microfone pequeno e discreto com clipe permanente. Evita perda de peças nas sonoras.

O microfone de lapela omnidirecional incluído possui um amplo padrão de captação nas seções fora do eixo do microfone. Isso significa que conforme a situação, ele pode gravar tranquilamente uma segunda pessoa que esteja próxima de quem está usando o microfone. Por ser de baixo custo, o clip é integrado ao corpo do pequeno microfone e o mesmo não possui espuma anti-popup. E pelo porte minúsculo, espumas de fones de ouvido podem ser adaptados a ele.

O WCS-999 foi fornecido pela BH Video para este teste do meu blog. Preço sugerido de R$ 390,00


O transmissor e receptor são extremamente leves, compactos e de fácil transporte. Ele é perfeito para os videomakers de eventos sociais que desejam uma boa captação de áudio e não queiram investir em sistemas acima de mil reais. Com valor aproximado de R$ 390,00, é eficaz na gravação, por exemplo, de um áudio de um casamento, onde o mesmo pode ser fixado em uma caixa de som ou mesmo colocado em um tripé de microfone e posicionado em frente a um sistema de som.

Apenas uma pilha AA em cada módulo e está pronto para operar.

O recurso "Mic Mixing" permite que um segundo microfone com fio seja conectado diretamente no receptor; os sinais são mixados no receptor de saída. Uma boa alternativa para ser usado como microfone de reportagem.

O receptor fornece alimentação para microfones da marca Sony compatíveis com sistema wirelles. Isso elimina a necessidade de baterias externas. O modelo aqui apresentado utiliza apenas uma bateria AA em cada módulo, com uma autonomia de até 2h30m em uso contínuo. Por ser de baixo custo e oferecer apenas 3 canais para mudança de frequencia, jamais deve se comparar este produto com a linha UWP da Sony, de mais de R$ 1.500,00.



Agradecimentos especiais a loja BH Video Pro, em especial ao gerente Kleber Alfano, sempre me apresentando as novidades do mercado e disponibilizando uma amostra para um teste para meus leitores. Meu muito obrigado.
Para quem não conhece, a BH Vídeo é especializada em equipamentos para Videomakers, pequenas, médias e grandes produtoras, além de canais de TV. E-mail da BH: bhvideopro@hotmail.com

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SONY HVR-S270 - MULTIMÍDIA E DE GRANDE PORTE

Sony HVR-270 - Uma Z7 de ombro com muitos extras e boa pegada.

A Sony HVR-S270 é uma camera de ombro, grande porte e que grava no formato HDV. Este modelo foi projetado para uso em grandes produtoras e canais de TV devido ao seu  excelente custo/benefício.  Uma das boas vantagens dessa câmera é que ela pode gravar em fitas MiniDV por durações maiores que as normais pois utiliza a extensão mpeg-2. Significa que pode-se fazer imagens de back-up sem interrupções em casos de eventos de longa transmissão. Mas o formato de gravação dela é em m2t armazenados em cartões CF, Compact Flash, em um gravador externo que é acoplado no corpo dela. Grava ainda em formato DVCAM.

Muitos controles externos e mais uma infinidade no menú. Recursos de sobra.

Segundo o manual do usuário, estes são os tempos de imagens que pode-se gravar nas mídias: HDV: 276 minutos (com Fita PHDV-276DM)
DVCAM: 184 minutos (com Fita PHDV-276DM) 
DV: 276 minutos (com Fita PHDV-276DM)

A S270 é uma boa pedida para produções do tipo documentários feitos em campo (no estilo Globo reporter), captação de externa para notícias, filmes com orçamento reduzido, clipes musicais e vídeos corporativos.


 Lente intercambiável do mesmo modelo da Z7. Pode-se usar as da linha Alpha além de Fuji.


Seu porte impresiona por ser robusta e com muitos recursos externos. Pesa 6,5 Kg, pesada para quem já se acostumou com os formatos handhelds (Z5, Z7, NX5).

A câmera vem com um gravador acoplável para captação de imagens em HDV e DV em cartões Compact Flash.  Baixo custo de investimento, já que esses cartões (16Gb e 32Gb) estão cada vez mais baratos.


6,3 Kg de peso. Pra quem já se acostumou com os modelos compactos, essa é um tijolo. 


Outra boa notícia é que ela grava em 24p, e ao assistir as cenas registradas, a impressão é de que está se vendo um filme com imagem de cinema.
Pode-se dizer que esta camera foi toda baseada na plataforma da excepcional linha Z7 e com mais recursos extras, estando pronta para trabalhar em plataforma broadcast. Tanto que a lente usada (Lente Zoom Carl Zeiss Vario-Sonnar T*, 12x (Ótico), f= 4.4-52.8mm, f = 32-384mm no modo 16:9, f = 39.5-47.4mm (modo 4:3), Diâmetro de filtro: 72mm) é a mesma intercambiável da Sony Z7, e que pode aceitar outros modelos da linha Sony Alpha e Fuji.




Viewfinder acoplado a uma tela de LCD, bem ao estilo HD1000, porém com porte profissional.


A sensibilidade a iluminação é de 1,5 lux, suficientes para se operar com foquinhos de 10w ou iluminação de LED.
As conecções de entrada e saída de áudio e vídeo são variadas, atendendo as produtoras em toda sua gama:
Vídeo Composto: BNC (1 Saída)
Vídeo Componente: 3 BNCs (1 Saída)
HD/SD-SDI: BNC (1 Saída) 
Áudio Não-balanceado (1 Saída) 
HDMI (1 Saída)
FireWire/i.LINK: 6 Pinos (1 Entrada, 1 Saída)
Áudio XLR: XLR de 3 Pinos Fêmea, 4 Canais
Headphone: Mini-Jack Stereo




Para quem gosta de impressionar o cliente, a S270 chama a atenção.


Impressão final – Não é um modelo novo da Sony, já que seu lançamento se deu no final de 2008, porém, a pedidos, consegui este modelo para um test-motion onde usei a luz ambiente, um foquinho de 10w da Sony e um LED 70 para as primeiras impressões. Gostei muito dos recursos e da imagem final. Um equipamento e tanto para quem quer boa qualidade aliada ao porte de ombro, ergonometria adequada para longos eventos e multifincionalidade em mídias e conexões.



Agradecimentos especiais a Kleber Alfano da BH Video Pro que emprestou o modelo acima para meu test-motion. A BH é uma das lojas de melhor preço em todo o Brasil. Merece uma consulta antes de fazer qualquer investimento.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

NIKON D3100 - PREÇO BOM, ATITUDE MÉDIA


nova sensação da Nikon veio para desbancar a digital single-lens reflex da Canon, a T2i, em tudo: preço, qualidade, tecnologia. Agora fazer cinema pode estar ao alcance de suas mãos, e do seu bolso.



Ao lançar este mais novo produto, a Nikon pretende que a D3100 seja uma das câmeras mais vendidas do mundo, assim como sua antecessora, a D3000.

Para quem quer uma DSLR acessível em primeiro lugar, as primeiras impressões são boas. É importante destacar que dentro de meu conhecimento generalizado, não domino tecnicamente o mundo das DSLR, mas pretendo aqui mostrar um cara comum querendo filmar com uma câmera fotográfica. E exponho meus sentimentos ao realizar tal façanha. Então os críticos e profundos conhecedores que me perdoe.



A D3100 é a primeira DSLR da Nikon a ter opção de gravação de vídeo em Full HD capturado a 24 quadros por segundo e disponibilizando em formato MPEG4.

A Sony, como concorrente direta deste produto, serviu de referência para alguns avanços da Nikon, quem diria, e incluiu um "Guia avançado” sobre as melhores opções de captura de imagens disponíveis no display. São 13 opções que apresentam o tipo de imagem que pode ser feita com a câmera e permite ainda que a opção selecionada sofra mais algum ajuste personalizado no modo manual.
Para uma fácil visualização, a tela LCD está equipado com um recurso que a Nikon batizou de Live View, o que é comum em filmadoras, visualizar instantaneamente as imagens sendo gravadas. Por ser uma tela grande, pode-se ver os pixels em forma de grão, dando uma impressão de imagem de péssima qualidade. Isso não acontece, por exemplo, em uma D90 ou na 5D Mark.




No Brasil a D3100 não pode ser comprada apenas o corpo, somente com uma lente 18-55mm ideal para iniciantes e que cobre a maioria dos eventos básicos com extrema precisão. Evoluindo, o usuário sentirá a necessidade de mais jogos de lentes, teles, wide, etc.


Um outro recurso atraente e ótimo para quem não está acostumado a filmar com uma pegada de câmera fotográfica é a estabilização de imagem ou "Vibration Redução (VR). E falando em pegada, o que pude perceber é a manopla de encaixe dos dedos da mão esquerda, pequena e estreita por sinal, o que atrapalha para quem tem dedos longos ou grossos. Acredito que o tamanho da caixa em si seja para deixar o custo final do equipamento bem atraente. Mas dá uma sensação que poderíamos estar agarrando a câmera bem melhor.


A Nikon D3100 afirma que é a primeira câmera com focagem automática  durante a gravação de vídeos, mas infelizmente esse recurso, que a primeiro plano parece que será extraordinário, não é muito preciso. A lente fica louca buscando o foco de um objeto de primeiro plano, num frenesi de vai e volta assustador. Como o áudio está diretamente ligado ao zoom da lente, ele vai se estragando também.  Então o jeito é trabalhar em manual, como todas as outras concorrentes. Outra coisa que não aparece nas cenas gravadas é a famosa profundidade de campo, ou desfoque de fundo. Acredito que seja pelo conjunto de lentes oferecidas no conjunto.


Especificações técnicas
Sensor de Imagem é de 14 MP CMOS DX (23,1 x 15,4 mm)
4608 x 3072 pixels nativos, também 3.456 x 2.304 [M] e 2.304 x 1.536 configurados [S].
ISO: Auto, 100-3,200, ISO 6400 e ISO 12800.
White Balance (7 opções): Auto, incandescente, fluorescente, luz solar direta, Flash, Nublado, Sombra, manual predefinido.
Controles de Imagem: Standard, Neutro, Vívido, Monocromático, Retrato, Paisagem, a partir do  Controle de Imagem tudo pode ser modificado.

Vídeo Full 1.920 x 1.080 somente com 23.976 fps. 
1280 x 720 com 29.97fps, 25fps e 23.976p. 
E ainda um formato de 620 (SD em 4:3).
Tempo máximo de gravação: 10 minutos.
Extensão MOV que armazenam dados H.264/MPEG-4.
Áudio: Microfone interno mono, gravação PCM linear.
LCD de Baixa resolução, apenas 230 mil pontos (contra 920 mil como a D90, e D300s d3s).
Armazenamento  em cartões SD, SDHC ou cartão SDXC, com máximo de até 64GB.
Saídas USB.
Tipo C mini-pin conector HDMI.
NTSC e PAL.

Conclusão
Resumindo, a Nikon D3100 não é lá essa câmera que todo videomaker sonha e nem chega aos pés de uma 7D ou 5D Mark, mas cumpre o que promete com um preço bem acessível. Muito mais barata que sua concorrênte direta, a Canon T2i.
Vamos dizer que a D3100 é uma espécie de escolha para ingressar neste mundo das DSLR e para quem ainda não possui uma SLR digital, mas que deseja um resultado profissional nos seus primeiros trabalhos. É o meu caso.

Eu já tenho a minha. Minha primeira!






quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

FILMAGEM INDUSTRIAL, VAI ENCARAR?

Gravação de processo industrial. Requer cursos especializados e todos os equipamentos de proteção individual

Um segmento que cresce a passos largos embalado pela expansão das grandes empresas e da febre do pré-sal. Mas não se engane. Não basta apenas saber filmar. Esse trabalho requer conhecimento lógico, entender do negócio do cliente e lhe trazer soluções e, principalmente, fazer cursos importantes para estar habilitado a mergulhar em oceanos navegados por poucos.


É neste segmento que a Memory Brasil tem expertise a mais de 12 anos. E neste ramo, tempo de trabalho, experiência, é documento. Para se ter uma ideia, praticamente todos os cinegrafistas que contratei para cobrir área industrial, não retornaram com um material que, pode-se dizer, profissional. Sempre deixaram muito a desejar, sem falar que pelas imagens, nitidamente se percebia que estavam filmando a esmo, sem entender o processo do cliente.
A filmagem deve começar, preferencialmente, no início das obras.


E não é fácil. Imagine que você chega com sua câmera debaixo do braço e seu cliente, um tecnico em PEAP (perfuração em águas profundas) que começa a despejar um monte de informação técnica, esquemas industriais, projetos...é uma aula de engenharia que você deve entender em alguns minutos, ou algumas horas se fizer uma pré-reunião ou visita téc
nica. E ao gravar o processo, realmente você tem que entender a cabeça do cliente, seu trabalho, e transformar tudo em vídeo. Os detalhes fazem a diferença. Então não adianta operar com cena aberta. E alguns processos industriais não se repetem facilmente. Se perde a cena, perde o trabalho.


Trabalho gratificante, prazeiroso e que me enche de orgulho
Não conheço nenhum curso para cinegrafistas nesta área. Realmente o aprendizado vem da experiência adquirida neste segmento, inteligência, feeling e lógica imediata. O que descobri é que é muito mais fácil contratarmos um funcionário que trabalha em área industrial, transformá-lo em um cinegrafista, do que transformar um cinegrafista em videomaker industrial. E é claro, lhe pagar um bom salário e benefícios como a empresa em que ele está trabalhando. Descobri peças raras em duas multinacionais. Além de fazer excelentes vídeos com câmeras fotográficas e entenderem do processo, estão insatisfeitos na área em que trabalham, com a chefia, etc. E a fim de respirar novos ares. Essa é a oportunidade.


Procure sempre registrar em pontos pré-determinados. Assim pode-se fazer uma edição em high-speed.


Mas vamos falar do trabalho em si.
Para quem pretende mergulhar nessa área, precisa das qualidades citadas, além de cursos de Segurança e Saúde (existem várias empresas especializadas em todo o Brasil), ASO (saúde ocupacional), curso de trabalho em altura, espaços confinados, direção defensiva (para acessar área industrial com carro), possuir todos os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual: Botas, óculos de proteção, capacete, protetor auricular, luvas de couro ou de raspa, perneiras, máscaras, grampo para trabalhos em altura), etc. Hoje a Petrobras é uma das poucas empresas que exigem esse treinamento. Sem esses requisitos, sequer pisamos no complexo. Sem falar que a produtora de vídeo não pode ser de fundo de quintal. Deve ser empresa registrada e ter seus impostos em dia.


A imagem não deve mostrar apenas obras. Deve contar uma história de como tudo começou e como vai ficar.

Ruim? complicado? burocrático? É aí que está o oceano navegado por poucos. Muita gente desiste só de ter que fazer algum curso. Essas barreiras é que devem ser ultrapassadas para se ter acesso a este oceano. Rico em trabalho e altamente lucrativo.
Passada a peneira, lá vamos nós trabalhar na filmagem industrial. Existem vários segmentos dentro deste nicho. Alguns deles são:


- Acompanhamento de Obras;
- Filmagem Subaquática;
- Filmagem de Briefing de Segurança;
- Processos Industriais;
- Filmagem para Treinamento de Novos equipamentos;
- Cinegrafia para Alpinismo Industrial.


O treinamento é fundamental para quem trabalha em área industrial
Para o Acompanhamento de Obras, é necessário acompanhar o cronograma e calendário da obra. Registrar detalhes e o macro da construção, entender a obra, porque no final de tudo as suas imagens terão que mostrar o começo e fim do empreendimento. Não é apenas um registro, é mais do que isso, é explicar o investimento do cliente em sequencias de imagens.


Para a Filmagem Subaquática eu diria que o "buraco é mais embaixo" pois além te todo o treinamento que falei, ainda tem mais, que é o treinamento de mergulho, exames de condicionamento físico, sem falar no equipamento de vídeo específico, como a Caixa Estanque que blinda a câmera para mergulho e iluminação submersa. Essa função é compensadora. Gera entre R$ 800,00  a R$ 1.500,00 por hora disponibilizada, podendo ser até mais caro, conforme o grau de periculosidade do trabalho.


Para a Filmagem de Briefing de Segurança, tudo parte de um roteiro tecnico que deve ser fornecido pelo cliente e adaptado por um roteirista técnico audiovisual. Este é um filme cada vez mais exigido por empresas que tem seu parque industrial com níveis de perigo e acessibilidade limitada, mas que precisam receber visitantes, técnicos e comunidade em sua área. Trata-se de um vídeo que mostra passo-a-passo o que pode e o que nção pode fazer para acessar uma área industrial, onde ir, onde não tocar, o que fazer em caso de abandono de área, etc. Para meados de 2012 toda empresa industrial será obrigada a ter um filme desses em sua portaria e recepção.


Antes de começar, toda a equipe deve estar antenada no passo-a-passo das cenas.

Para a produção de vídeos sobre  Processos Industriais, muitas vezes não há briefing, ou um roteiro específico. O cliente quer que registre uma atividade para treinamento futuro, uma manutenção específica, uma melhoria num equipamento ou num procedimento, e por aí vai. Este é mais complicado pois é o tal que falei que você tem que entender do negócio do cliente e transformar a ideia dele em vídeo. Se você não entender o processo, o vídeo também não vai explicar. Foi assim que pegamos a produção de um filme de treinamento para Podas de Árvoras. Tratava-se de um trabalho que não teria repetição. Foram selecionadas algumas árvores em área industrial que seriam cortadas, autorizadas pelo Ibama, e que se o take furasse, não dava pra repetir a cena. Neste caso fizemos em duas câmeras simultâneas. Mas o filme era passo-a-passo, desde a chegada da equipe, reunião de segurança, avaliação do local, inspeção para verificar se haveria animais peçonhentos, abelhas, etc.....uma complexidade que o título do trabalho esconde. Por isso adquirimos micro-câmeras (pockets) instaladas em monopés, varas de boom e outros artifícios que nos permitem acessar uma copa de árvora, ou o motor de uma locomotiva em funcionamento, etc....
O uso de EPIs em áreas industriais é obrigatório, apesar de atrapalhar um pouco
Para a Filmagem para Treinamento de Novos equipamentos, a equipe deve analisar toda a engenharia do equipamento, funcionalidade, periculosidade, acessibilidade, aspectos, etc. O vídeo tem que ser auto-explicativo, claro, objetivo e de linguagem simples. Essa é a função do audiovisual.


Cinegrafia para Alpinismo Industrial. Apesar de não ter na minha equipe pessoal especializado, eu mesmo já fiz essa função e me apaixonei. É um dos maiores nichos de mercado que não são explorados por produtora nenhuma na área industrial. Ficam restritas a eventos esportivos e afins. E dentro deste segmento, somente duas empresas no Brasil atendem ao processo industrial somente, sem vídeo. É um método revolucionário que se beneficia de técnicas e equipamentos do alpinismo tradicional. Esses profissionais migraram de esportes de alpinismo para o trabalho industrial em grandes empresas. E a área audiovisual não acompanhou.  São trabalhos em locais altos, tipo em topos de guindastes e bases de plataformas onde é mais rápido, mais seguro e mais econômico subir por cordas do que montar andaimes. Irei criar um tópico exclusivo sobre esse assunto, pois tenho belas fotos que fiz durante este trabalho que executei pessoalmente. É inovador e fantástico.
Toda produtora deve ter sua equipe treinada em Segurança e Saúde, além de trabalho em altura
Saiba que na área audiovisual existem dezenas de segmentos a serem explorados e outros que sequer foram cogitados. E o grande passo para a ascensão das produtoras de vídeo espalhadas pelo Brasil é a segmentação do trabalho. Um tiro certo é mais lucrativo do que uma metralhadora pra todos os lados.
Pense nisso.




Nota do autor:
Keko Sinclair é videomaker industrial desde 1999 com cursos de especialização em Saúde e Segurança e sua empresa é a responsável pelos trabalhos audiovisuais de treinamento industrial de grandes empresas, tais como a Vale ES/MG, OilTanking, Polysius Krupp, ArcelorMittal, Petrobras, Odebrecht, Camargo Correia, Infraero, Transuíça, entre outras.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

BLOG DO KEKO SINCLAIR



Patch personalizado da Memory Brasil. O mesmo carinho da produtora repetido aqui no blog.
Eu só tenho a agradecer a todos os amigos e visitantes que tem procurado o meu blog para tirar dúvidas, dar sugestões, opinar, criticar, etc.


Aprendi que todo conhecimento adquirido não tem valor algum se não for replicado, afinal, depois que partimos desse mundo, nem as roupas levamos, quanto mais câmeras, ilhas.....e, com essa forma de pensar, que estamos aqui para servir e não só ser servido, que criei a alguns anos esse meu blog. E acabei virando uma das mais importantes referências de informações da área na internet. Graças a você.


Já recebi meu primeiro envelope da Google com alguns dólares referentes a participações de anúncios em minha página. Que maravilha! Ter prazer em partilhar e ainda ganhar um dimdim, bom demais.


Agradeço a cada um que me visita, lê minhas matérias, posta sua mensagem, enfim, que passa mesmo só pra dar uma espiadinha. Muito obrigado pelo carinho de todos. Feliz Natal e 2011 bombando, cheio de novidades.


Agradeço a toda a minha equipe da Memory Produções Brasil, pois sem o suporte dela não poderia me dedicar a este espaço que gosto muito e poder consultar também para poder responder algumas perguntas técnicas feitas no blog. Afinal não sei tudo ainda, só um pouquinho.


Alexandre Birck
Cayo Quintanilha
César Magreen
Denise de Azevedo
Alessandra Birck


Prometo continuar sempre trocando conhecimento, não só no novo ano que vem por aí, mas em todos que Deus permitir que eu viva!


Abraços a todos!!!!
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CARTÃO DE MEMÓRIA - É SEGURO OU NÃO

Existem uma infinidade de marcas no mercado. Consulte o manual de seu equipamento antes de comprar.


A perda de dados ou arquivos corrompidos pode ser o grande tiro no pé de quem investe todas as suas fichas em cartões de memória. Isso é novo para os cinegrafistas porém fotógrafos já tem uma larga experiência neste quesito e cada um sempre tem uma história de terror, sufoco ou aperto quando se fala sobre cartões.
Com a alta tecnologia de hoje jamais se pensaria em perda de dados. Era pra ser coisa do passado. Mas não é. Através de uma pesquisa encomendada pela fabricante Delkin para o mercado norte-americano e japonês, descobriu-se que mais de 90% das falhas de memória são o resultado de erro humano e que podem ser evitados! 

Perda de dados ou arquivos corrompidos geralmente acontecem por puro desleixo nosso, tais como trabalhar com baterias em nível crítico de carga, ejetar o cartão da câmera ou do computador enquanto o host está acessando os dados e até a queda deles no chão. Para evitar essa situação, NUNCA retire o cartão da câmera durante a transferência em processo. Muito menos desligar a câmera durante uma gravação. Quando o LCD apresentar o último marcador de energia da bateria, não perca tempo. Dê stop na gravação, desligue a câmera e troque imediatamente a bateria.


Sony Z7 e seu gravador de CF
Problemas e insegurança
Provei desse amargo sabor em uma produção, super importante que fizemos para uma multinacional. A empresa contratou uma equipe de trabalho de 20 pessoas onde estaríamos gravando, em duas câmeras simultâneas (plano aberto e detalhe) um procedimento tecnico industrial em campo aberto. Cada ação da equipe não poderia ser repetida, portanto não haveria espaço para erros tanto deles como da minha equipe. E foi tudo certo até o final do dia. Inclusive checamos todas as imagens dos cartões e tudo ficou excelente. Mas aí que aconteceu o grande erro. Cada câmera gravou em 01 cartão de 32Gb. Após a conferência das imagens em um dos cartões, o editor simplesmente puxou o cartão do drive sem solicitar a ejeção do mesmo. Descobrimos isso no outro dia na hora de descarregar as imagens no iMac. Simplesmente o cartão dava erro de acesso. E aí começou o desespero. Montar toda estrutura e regravar era impossível. Assim começou uma pesquisa desesperada atrás de solução, através da web, sites de fabricantes e com meu grande amigo Marcus da Merlin Vídeo de Campinas (fui seu professor em um curso tempos atrás e ele foi meu mestre neste momento de aflição).

Notem que a falha foi humana, dentro dos 90% da pesquisa da Delkin. Não foi falha mecânica ou de fabricação do cartão. Bom, o resultado foi o resgate de todos os arquivos depois que comprei um programa por U$49. Barato pelo tamanho que poderia ser o prejuizo.


Minimizando eventuais problemas

DICA DE OURO DO BLOG: JAMAIS FORMATE O CARTÃO DA CÂMERA NO PC. A FORMATAÇÃO DEVE SEMPRE SER FEITA NA PRÓPRIA CÂMERA.


Já que 90% dos problemas são causados pelo operador, nada como se minimizar os 20% restantes gravando antecipadamente cartões novos como forma de teste. Grave, apague, formate, grave denovo e fique seguro de que durante um evento você não vai ficar na mão. E se “seguro morreu de velho”, você pode configurar a câmera para gravar back-ups. Na linha Z5 e Z7 da Sony pode-se gravar simultâneamente em cartão e fita. Na linha AX e NX da Sony e também na linha HMC da Panasonic, pode-se acoplar um hard-disk de back-up, porém esses equivalem a metade do preço da câmera. Um investimento que deve ser pensado.

Então compreender e evitar a causa de falhas nos cartões de  memória irá eliminar a grande frustração de se descobrir que arquivos gravados foram perdidos. E deixar os 20% restantes por conta de erros dos fabricantes. E também passei por essa experiência. Ao me dirigir para uma coletiva com o Governador do estado, minutos antes do início do evento, abri um cartão novinho e coloquei na câmera, sem testar. Quando o Governador subiu ao palanque, liguei a câmera e dei rec. O cartão apresentou falha, deu error disk e me deixou desesperado. Peguei outro cartão, agora usado e bom, coloquei na câmera e o erro continuou. Tirei o cartão e fui desligar a câmera. Simplesmente ela deu pau. Não desligava! E o Governador já estava falando.
Aí me veio a idéia de arrancar a bateria da câmera e dar um boot nela. E aí deu certo. Coloquei o segundo cartão que era usado e ela funcionou normalmente. Com mais calma na produtora testei o cartão novo e constatei que o mesmo veio com defeito. A loja trocou por outro sem problema algum.

Informações importantes
Muitos cartões de memória CompactFlash têm um número seguido por um "X" (ou seja, 24X, 40X, 133X) que aparecem no rótulo de embalagem ou no cartão. Esta classificação X é usada para determinar a "rapidez" com que os dados são transferidos do cartão para um drive de armazenamento.
Infelizmente, como não existe uma padronização baseada em lei (igual ao contraste de imagens nas telas de LCD) a velocidade do cartão pode ser estampada no produto com alguns números a mais, não mostrando a informação verdadeira. A classificação X pode ser confusa para o consumidor uma vez que existem muitos fatores para medir a velocidade do cartão de memória de uma câmera que a classificação X não aborda.

Sistema FAT e FAT32 
O sistema operacional de arquivos usado por todas as câmeras digitais que aceitam cartões de armazenamento de mídia é FAT. FAT é a abreviatura de tabela de alocação de arquivos, o que em si é um dos elementos-chave no sistema de arquivos FAT. O sistema de arquivos mantém o rastro de onde cada imagem é armazenada no cartão. Um sistema de arquivos FAT é aplicada pela formatação do cartão de memória. Durante o processo de formatação, os componentes do sistema de arquivo - File Allocation Table, Master Boot Record e muito mais - são adicionados à placa de área de armazenamento de dados, com efeito a preparar o cartão para receber os dados de sua câmera digital. Há duas versões do sistema FAT, que são usados. Há FAT16 e FAT32. Para capacidades que variam entre 16Mb e 2Gb, as câmeras digitais usam cartões formatados no sistema de arquivos FAT16. É chamado FAT16, pois ele usa os números de 16 bits para os locais de referência onde os dados são armazenados no cartão. Todas as câmeras atuais são compatíveis com FAT16.

Infelizmente o FAT16 não foi projetado para monitorar arquivos em mídia maior que 2.2Gb. Para qualquer cartão de memória flash maior que 2.2GB, o sistema de arquivos FAT32 deverá ser aplicado para aproveitar a capacidade total do cartão. FAT32 usa números de 32 bits para indicar onde os pedaços de um arquivo são armazenados. Como resultado, o FAT32 suporta mídia de até 2 terabytes (Tb) de tamanho.

É importante compreender que qualquer cartão com uma capacidade de mais de 2Gb só será totalmente compatível com câmeras que explicitamente suportem o FAT32 (muitos não), e que seu computador pode travar ao tentar copiar imagens de um cartão maior que 2Gb e que tenha sido formatado como FAT16 (o que é possível, embora você só tem acesso a um máximo de cerca de 2GB de capacidade real do cartão).

É importante entender que existem diferentes níveis de compatibilidade entre as atuais câmeras compatíveis com o FAT32. Embora qualquer câmera que afirma ser capaz de reconhecer o sistema FAT32 e ler e gravar em um cartão formatado em FAT32 sem incidentes, algumas podem não reconhecer cartões com mais de 2GB, que são completamente formatados. Por exemplo, o FAT32 compatível com Canon EOS-1Ds irá formatar FAT16 qualquer cartão que não está formatado, ainda maiores que 2Gb. Já a filmadora Sony HVR Z7 irá formatar automaticamente os cartões CF em FAT32. Mas terão dificuldades de gravação em cartões já formatados em FAT16. Coisa de louco!

Com os cartões de memória que tem uma capacidade superior a 2.2Gb (capacidades de 4Gb e 8Gb), a câmera terá de oferecer suporte a partições FAT32. Neste caso consulte o manual do usuário da câmera para ver a indicação de capacidades e velocidades de memória ou limitações da mesma. Dessa forma você evita que todo o problema de imcompatibilidade seja culpa do cartão. Lembre-se que em 90% dos problemas os vilões somos nós.

Outra dica importante que aprendi na base da pancada. Ao usar um cartão em uma câmera, e depois tentar usá-lo em uma segunda câmera, mesmo que de mesma marca e modêlo, formate-o na hora. Sem a reformatação poderão ocorrer complicações tais como o corrompimento ou perda total dos dados. Ou até a terrível mensagem de error disk.

Conclusão
Eu diria que cartões de memória são 99% confiáveis, desde que você não cometa erros de operação e teste cada um quando chegar novinho da loja. E principalmente que, ao descarregar no PC, teste os arquivos para ver se não foram corrompidos com a transferência e depois duplique os dados em outro drive, nunca o mesmo. Aí sim você poderá apagar o cartão com total tranquilidade e usá-lo novamente. E se for usar em outra câmera, mesmo idêntica, formatá-lo antes de apertar o rec.


Agradecimento especial ao Marcus Denadai da Merlin Vídeo, meu ex-aluno, amigo e irmão que se prontificou a salvar os dados do cartão que quase perdi. Sua ajuda foi fundamental.
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