MATÉRIAS

segunda-feira, 11 de junho de 2012

DESCULPAS AOS LEITORES


Venho pedir desculpas aos meus leitores por não ter feito novas publicações em meu blog. Estou com diversas demandas de trabalho e o tempo ficou curto e escasso, me impossibilitando de publicar novas matérias e até mesmo responder de imediato as perguntas feitas diariamente.

Para você ficar sabendo, recebo em média de 30 a 50 perguntas todos os dias, e que não me permite acumular as respostas, senão cria-se uma enorme bola de neve. Além de administrador da produtora de vídeo e cinegrafista corporativo, ainda estou me preparando para a produção de 2 campanhas políticas e uma viagem a Inglaterra para a cobertura de mais um festival Beatle Week. E o blog deu uma "bombada" no número de visitantes depois que dei uma entrevista a um programa de TV falando sobre blogueiros e publicações em internet.

Portanto venho a público dar esta satisfação e agradecer pela confiança e prestígio a todos que sempre procuram o blog para tirar dúvidas. Baixando a poeira, volto com força total.

No momento as postagens de perguntas estão pausadas temporariamente.

Um abraço a todos!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

VENDA DE EQUIPAMENTOS



Filmadora Sony Z7 - Semi-nova e perfeita, sem marcas de uso.
Hours Meter

- Operation: 79X10h
- Drum Run: 50X10h
- Tape Run: 40X10h
- Threading: 89X10h

A filmadora vem acompanhada dos seguintes itens:
02 Baterias de pequena e longa duração
Unidade de gravação em cartões CF
1 cartão CF Kingston (16gb)
Base i.Link
Adaptador de energia/carregador
Microfone Shotgun Sony
Controle remoto
Cabo de conexão A/V
CD-ROM com os manuais
Caixa

Valor: R$ 7.500,00 (Somente à vista)

Proprietário - Keko Sinclair/Memory Produções Brasil (keko.sinclair@hotmail.com)

Peço que neste e-mail o contato seja apenas para a venda da câmera. Perguntas sobre o blog só serão respondidas aqui.



Filmadora Sony FX1000 - Praticamente nova. Foi gravado 10 eventos.
Valor: R$ 5.500,00
Proprietário: NKG Studio / Samuel Rose Machado

Contatos: doob_sam@hotmail.com (Windows Live Messenger)
www.nkgstudio.com





Filmadora Sony Z7 - Pouco usada, extremamente cuidada, pois o dono usava apenas para filmagens eventuais.
Informações importantes no que diz respeito ao tempo de uso do equipamento:

Hours Meter

- Operation: 44X10h
- Drum Run: 14X10h
- Tape Run: 11X10h
- Threading: 55X10h

A filmadora vem acompanhada dos seguintes itens:
1 Bateria de longa duração NP-F970
1 Bateria de média duração NP-F570
Unidade de gravação em cartões CF
1 cartão CF Kingston (32gb)
Base i.Link
Adaptador de energia/carregador
Microfone
Microfone Sennheiser (de mão)
Iluminador SONY (HVL-20dw2) sem o vidro do iluminador
Controle remoto
Cabo de conexão A/V
Cabo de conexão fireware
CD-ROM com os manuais
Manual em português e inglês
Bolsa para transporte

Valor: R$ 8.000,00 (Somente à vista)

Proprietário - Cristiano Bastos (27) 9971-7341 / (27) 3090-5752


VENDIDA






terça-feira, 10 de abril de 2012

TIPOS DE LENTES PARA DSLR



Muitos leitores que tem ingressado no mundo DSLR encontram dificuldades em compreender as nomenclaturas dos vários modelos de lentes espalhados pelo mercado. Estou aprendendo também a cada dia, durante minhas pesquisas e com as perguntas dos visitantes do blog. Espero que este compêndio seja de grande utilidade para sua pesquisa na hora de adquirir lentes para sua câmera.

Lentes Zoom
Lentes zoom
Possuem a habilidade de variar a distância focal e com isso mudar a ampliação da imagem simplesmente girando um anel no corpo da lente.
Um simples exemplo: uma lente 28-200mm torna possível fotografar em grande angular e em tele à partir do mesmo ponto.


Lentes Fixas
Lentes de distancia focal fixa
As lentes de distância focal fixa oferecem um único ângulo de visão. Isso quer dizer que não é possível alterar o tamanho da imagem sem mudar a posição do local de onde se fotografa ou filma. Entretanto as lentes de distância focal fixa oferecem aberturas maiores, foco muito mais simples e são projetadas para cenas específicas. Por isso produzem efeitos e resultados melhores para o fim aos quais foram projetadas. 

Lentes Macro

Lentes macro
Usam ótica avançada para gravar imagens em tamanho real ou maiores. Estas características estão disponíveis em lentes com distancia focal fixa ou zoom.
Exemplo: Uma lente macro com razão de 1:1 produz images em tamanho real no filme, 1:2 produz imagens com metade do tamanho real e 1:3 um terço do tamanho real. 




LENTES CANON 

DO - Diffractive Optics (Otica Difrativa )
Tecnologia para lentes desenvolvida pela Canon que usa um elemento com ranhuras extremamente finas - pelicula de difração - gravadas. Estes elementos usam o principio da otica difrativa para desviar a luz. A vantagem das lentes DO é que elas podem ser feitas menores e mais leves do que as lentes normais. A desvantagem é que elas são muito caras. Lentes DO são identificáveis pelo anel verde claro impresso ao redor do final do corpo da lente.

EF - Electro Focus
Definição da Canon para as lentes com baionetas para o sistema EOS. As lentes compatíveis EF são projetadas para o sistema EOS e não se encaixam em nenhum outro corpo de Canon. As lentes EF tem diâmetro interno de 54mm e externo de 65mm e são maiores do que qualquer outro sistema 35mm. O sistema EF foi lançado em 1987 e é totalmente eletrônico.

EF-S - Electro Focus Short Back Focus 
Definição da Canon para uma variação da baioneta padrão EF usada pelo sistema EOS. A EOS 300D/Rebel Digital/Kiss Digital lançada em 2003 suportavam uma variação diferente das lentes EF comuns. As lentes EF-S 18-55 3.5-5.6 foram produzidas com uma distancia focal posterior mais curta. Isto permitiu que a Canon produzisse objetivas grande angulares mais baratas para usuários de suas SLRs digitais, que usavam sensores com tamanho APS de imagem movendo os elementos trazeiros para mais perto do sensor de imagem. O corpo cujo mecanismo do espelho foi modificado para se ajustar à distancia focal posterior eram compatíveis com as lentes EF e EF-S mas as lentes EF-S somente eram compatíveis com o corpo EF-S. As lentes EF comuns possuem um ponto vermelho saliente como indice de encaixe da baioneta. As lentes EF-S usam quadrados brancos.

EOS - Electro-Optical System (sistema eletro-ótico)
Nome do sistema das Cameras SLR da Canon e seus acessórios lançados em 1987. As lentes da linha EOS são totalmente controladas eletronicamente. Não possuem nenhum dispositivo mecânico para foco ou ajuste de abertura. Todos os ajustes são feitos por motores construidos na lente e não no corpo da câmera. Embora isto acrescente alguns custos na fabricação da lente tem a vantagem de cada motor de lente poder ser otimizado para o tamanho e tipo de cada lente, ao invés de prender-se ao sistema do corpo da câmera que tenha que se ajustar à qualquer lente que seja acoplada.

FD 
Sistema manual de lentes da Canon dos anos 1970 e 80 que usam um sistema de alavancas e pinos mecânicos para transmitir informações para a câmera.

IS - Image Stabilization (estabilização de imagem) 
Um complexo sistema, computadorizado, construido dentro de uma série de lentes vendidas pela Canon. Este sistema permite que a lente compense pequenos movimentos da câmera. As lentes IS possuem sensores giroscópicos que detectam movimentos e pequenos motores que alteram fisicamente um elemente ótico ou um grupo de elementos para compensar adequadamente o movimento. As lentes IS são extremamente úteis em condições de luz insuficiente, elas dão um ou dois pontos extras na abertura. Assim é possível usar velocidades mais baixas do que o normal. Elas não são úteis quando há muito movimento no assunto.
Fluorita de Cálcio, material usado pela Canon na linha de lentes da série L, é um cristal sintético, não vidro, com um indice refrativo muito baixo. É usado para controlar aberração cromática especialmente em lentes de distância focal mais longas. 

L - Luxury 
As lentes da linha profissional da Canon são identificadas com o rótulo "L" de Luxury. 
Exemplo: A serie 70-200 2.8L possuem pelo menos um elemento esférico de fluorita ou UD e são normalmente contruidas com uma qualidade ótica e mecânica mais elevadas do que as lentes não-L. Elas são prontamente identificadas pela faixa vermelha em volta do final do corpo da lente. Muitas são apresentadas na cor branca, pretensamente para mantê-las mais frias no sol. 

UD - Ultra Low-dispersion Glass (vidro de dispersão ultra baixa)
Elementos de lentes fabricados com vidros UD tem um indice de refração menor do que as de vidro comum. Tais elementos são, normalmente, usados para corrigir aberração cromática.

USM - Ultrasonic Motor (motor ultrasonico)
Nome dado pela Canon para seu sistema de motor de lente ultrasonico. Os motores ultrasônicos trabalham com o princípio do movimento induzido por vibração de alta frequência. Assim as lentes USM focam extremamente rápido e são quase silenciosas para o ouvido humano. Lentes Ring USM (que possuem o motor em um conjunto de anéis ao redor do corpo) não usam engrenagens o que torna possível o foco manual em tempo integral (FTM - Full-time Manual). Lentes USM com micromotores mais baratos, entretanto, usam engrenagens e normalmente não suportam FTM. As lentes não-L com motor USM são identificadas pela faixa dourada impressa no final do corpo.



LENTES NIKON

AF-D
Uma das muitas variações da linha de lentes F da Nikon. As lentes Nikon tipo AF podem transmitir informações de distância para o corpo da câmera. Os dados de distância do foco é usado pelo sistema de medição de matrix 3D da Nikon e pelo sistema de medição 3D dos flashs.

AF-DX
São lentes autofoco Nikkor projetadas para SLR digitais Nikon com fator de corte de 1.5x. Elas são menores e mais leves que as Nikkor padrão devido à não ter que cobrir todo o sensor (não full-frame). Em geral elas não são utilizáveis em corpo Nikon 35mm.

AF-I- Autofocus Integrado 
Em 1992 a Nikon seguiu o exemplo da Canon lançando uma nova serie de lentes com motor integrado ao copro da lente. Até então a Nikon só produzia sistemas autofoco no corpo das câmeras. Estas lentes são equivalentes às USM da Canon.

AF-S Autofocus Silent Wave Motor
Sistema de auto foco introduzido pela Nikon em 1996, principalmente em teleobjetvias.

AI - Aperture Indexing
Em 1977 a Nikon lançou uma série de lentes que podiam comunicar-se a abertura da lente para o corpo da câmera através de um contato mecânico. Estas lentes são facilmente identificadas pela "orelhas" de metal no seu topo. As que apresentam pequenos furos em cada orelha são lentes AI ou AI-S

AI-S
Outra variação das lentes F da Nikon lançada em 1981. Essencialmente são lentes AI com suporte para algumas automações a mais, como transmissão linear de informação de abertura.

F
Desde o lançamento da camera "F", que se tornou mundialmente famosa, a Nikon tem usado lentes com o mesmo encaixe básico, também conhecido como Nikon F. Esta padronização de encaixe de lentes contribui para a enorme variação de lentes à disposição dos usuários Nikon. Nikon F é um encaixe de baioneta. O encaixe e a camera foram nomeados em homenagem ao projetista chefe da Nikon Masahiko Fuketa. Embora o encaixe físico não tenha mudado desde 1959, a Nikon fez melhoramentos contínuos no design incluindo indexador mecânico (AI e AI-S), transferência eletrônica de (AF e AF-D) e lentes com motor de foco integral (AF-I e AF-S). Estas e outras variações significam que não há garantias de que uma lente Nikon específica funcionará perfeitamente com determinado corpo Nikon, mesmo que se encaixe fisicamente.
Em 2004 a Nikon lançou a F6 que, ao que parece, marca o encerramento desta linha.

AF-G
A linha G são lentes controladas eletrônicamente fabricadas pela Nikon que não apresentam anéis no corpo. Semelhantes às lentes da linha EOS da Canon lançadas em 1987, as lentes G da Nikon tem aberturas controladas eletrônicamente ajustáveis através de controles instalados no corpo da câmera. Portanto elas não podem ser usadas com câmeras Nikon mais antigas. 



D-Distance (distancia) 
As lentes AF-Nikkor do tipo D transmitem informação de distância para o corpo da camera SLR que possuem sistema de aferição de matriz colorida 3D e flash multi sensor 3D.

ED - Extra-Low Dispersion glass (vidro de dispersão extra baixa)
Vidros de alta qualidade para correção de aberração cromática. As lentes Nikkor com vidro ED apresentam definição e contraste superior, mesmo nas aberturas máximas. Super ED é um novo tipo de vidro que é usado junto com o ED em algumas lentes para um grau ainda maior de correção de aberração cromática.

VR - Vibration Reduction (redução de vibração)
Estas lentes são o equivalente da Nikon às IS(Image Stabilization) da Canon. Elas reduzem o efeito de tremido da câmera em cerca de 2 a 3 pontos de diafragma. Estas lentes só podem ser usadas com certos corpos top de linha da Nikon.




LENTES SIGMA 

ASP (Aspherical Lenses)

Os elementos não esféricos de uma lente podem reduzir o numero total de elementos necessários em um tipo de lente. Eles podem melhorar o desempenho e ao mesmo tempo reduzir o peso e o tamanho da lente.
As lentes Aspherical maximizam a qualidade ótica e minimizam o tamanho e o peso das mesmas. As lentes Aspherical reduzem alguns problemas normalmente associados com grande angulares e zooms, tais como flare e distorções das bordas.

APO (apochromatic)
Estas lentes apresentam um projeto apocromático e vidros especiais de baixa dispersão (SLD - Special Low Dispersion) para uma aberração cromática mínima e alta qualidade em telefotografia oferecendo contraste e nitidez.
Lentes (APO) Apochromatic minimizam enormemente as aberrações cromáticas, fenomeno que ocorre quando a lente não é capaz de focar ondas de cores de diferentes comprimento no mesmo ponto. Isto provoca a formação de imagens em pontos ligeiramente diferentes resultando em imagem de baixa qualidade.

RF IF (Internal and Rear Focusing)
O foco automático convencional é feito movimentando-se todo o conjunto de lentes ou apenas movendo o grupo de lentes frontal.
Para as lentes Tele e Macro a Sigma desenvolveu um sistema de foco interno que move um grupo de elementos dentro do tubo da lente, melhorando significativamente as capacidades macro. Para as super grande angulares com diametro frontal amplo criou o sistema de foco traseiro (Rear Focusing System) que move apenas o grupo de elementos traseiro.
Para as lentes de médio alcance usa o sistema de foco interno que move o grupo de elementos interno para permitir uma distancia focal mínima mais curta. Tudo mantendo um comprimento físico constante do corpo das lentes.

HSM (Hypersonic Motor)
Permite auto e manual foco de resposta rápica, virtualmente silencioso, como também sobreposição de foco somente manual

UC - Ultra Compact (Ultra compacta)
São as menores e mais leves lentes do seu genero disponíveis.

DG - Digital
As lentes com esta sigla são projetadas especialmente para câmeras digitais SLR. Entretanto podem ser usadas normalmente em câmeras 35mm. DG é a lente atualizada pra não dar incompatibilidade de software com máquinas digitais. Mas funcionam em qualquer camera.

DL - Deluxe
As lentes DL são lentes completas a despeito de seu preço modesto. Como outras lentes Sigma elas são distribuidas com parassol original e incremento de 1/2 ponto em abertura manual, escala de profundidade de campo e marca de correção de infravermelho.

DF - (Dual Focus)
As lentes Dual Focus (DF) são mais fáceis de segurar porque o anel de foco não gira durante o Auto Foco e mesmo assim proporciona rotação adequada do anel de focagem quando o sistema de foco estiver em modo manual.

HF - Helical focus
Este sistema elimina a rotação da parte frontal da lente permitindo o uso de um parassol completo e facilitando o uso de filtros polarizadores.

EX - Excellence
Linha de lentes profissionais da Sigma. Estas lentes apresentam a sigla EX e o logo EX no corpo da lente. 



 DICAS
Os "mm" significam distância focal. Quanto maior, mais aproxima o objeto da câmera e menor será o angulo de visão. Se tiver um único valor, tipo 50mm, é uma lente sem zoom, ou fixa. As lentes fixas são muito utilizadas em registro de decoração ou em ambientes controlados, tipo estúdios e externas. Para eventos em movimento o ideal é ter zoom. Se tiver uma faixa (ex. 16-45mm) é uma lente zoom, que assume qualquer valor entre 16 e 45mm.

F/2.8 é a abertura máxima da lente. Em lentes zoom muitas vezes existe uma faixa, por exemplo, f/3.5-4 significa que a abertura máxima é f/3.5 no zoom mínimo e f/4 no zoom máximo. Quanto menor o número de abertura, mais luz entra na lente e, consequentemente, na camera. Você pode filmar em lugares escuros sem nenhuma iluminação artificial. Você também consegue diminuir o campo focal. Lentes com estes recursos são mais caras que as com dificuldades de absorção de luz. O ideal para quem vai filmar, é adquirir lentes, com, no máximo, 2.8 de abertura. Acima disso são denominadas lentes escuras.

Régua Fotográfica - Aprenda os ajustes principais de forma simples.

Fontes: 
www.nikon.com 
www.canon.com 
www.sigmaphoto.com 
www.bwfoto.com.br 
www.dpreview.com

domingo, 25 de março de 2012

ATINGIMOS MAIS DE UM MILHÃO DE ACESSOS


Obrigado a você, querido leitor, por esta marca histórica. Estaremos por aqui sempre, juntos, nos próximos 2, 3 4, 5 milhões. Valeu mesmo!


Blog do Keko Sinclair!

quarta-feira, 14 de março de 2012

MEMORY PRODUÇÕES BRASIL PATROCINA PROJETO DOS BEATLES


Desde o ano passado a Memory Produções Brasil patrocina e é responsável por toda produção visual do projeto Revolution, que leva a música e a imagem dos Beatles para todo o estado do Espírito Santo.
Trata-se de um formato inédito para se alcançar a audiência de crianças e adultos. Um super telão formato hiper-wide (da Deprá Produções) é montado em teatros e cinemas das cidades. Nele são exibidos imagens e produções do quarteto de Liverpool em vários momentos do grupo, da infancia até o término da banda.


A grande sacada é que o filme é todo mudo. A parte sonora é feita ao vivo pela banda Clube Big Beatles que reproduz os grandes sucessos que faziam parte daquele momento retratado no decorrer das imagens. A Memory participou com a edição das imagens, produção de efeitos e computação gráfica além de narração da abertura e encerramento das sessões. Boa parte das imagens foram cedidas pelo músico e jornalista Edu Henning que detém um dos maiores acervos Beatles da America latina.


Para a tourné 2012 o projeto conta com um caminhão personalizado que leva a marca Memory por todo estado. O material está sendo divulgado por várias emissoras de rádio, pela Rede Record e por cartazes afixados em locais nobres que receberão este evento.
É a Memory Produções Brasil ajudando a levar a cultura musical ao público de todas as classes e idades.



Primeiro evento já aconteceu, com Lucas Silveira do Fresno.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

COMO ATENDER UM CLIENTE




Quando comecei meu negócio, atendia em casa num pequeno apartamento com dois quartos. O estúdio era no quarto dos meus dois filhos. Era constrangedor o casal aparecer na casa, cheiro de comida, criança correndo, cliente passando pela sala, patroa deitada no sofá vendo tv...poxa!!!
Enfim isso foi a uns bons anos atrás.


Hoje tenho um espaço personalizado para atender meus clientes.  Requintado, profissional e que passa segurança para quem quer fechar negócio. 15 anos no mesmo endereço que dá credibilidade para quem não conhece sua empresa. Independente de se ter um lugar ou não, seguem algumas dicas que escrevi há algum tempo, baseado em experiência própria. Afinal são mais de 1000 casamentos filmados até hoje. Tenho cacife de sobra para esplanar esse assunto com "os pés nas costas".


Vamos falar sobre atendimento residencial
Você pode ter a casa mais bonita da cidade, mansão ou big-house. Chamar o cliente pra dentro de sua casa já é desvalorizar seu trabalho uns 30%.
Se a casa for simples (o cliente sempre repara) ele vai achar que seu trabalho é muito fraco.
Se a casa for "bala" (o cliente tá de olho) ele vai achar que seu trabalho é caro só pra você ter boa vida.


Se você não tiver estrutura, compre um DVD portátil ou Notebook, uma pasta de couro bacana, cartões de visita, separe umas amostras de trabalhos com estilos diferentes e vá até a casa do cliente. Lá será um campo neutro e a avaliação do "tamanho do bolso" será sua para o cliente e não do cliente para você.


Com algumas perguntas você rapidamente traça o perfil do cliente, sua verba, seus gostos, o valor que ele dá para o seu trabalho e assim oferecer um pacote mais direcionado ao casal.
Importante: Quem geralmente decide tudo em um casamento é a noiva, pois o casamento é praticamente um sonho feminino. Se o noivo estiver junto, não o despreze, mas deixe sua atenção mais focada às dúvidas e expectativas delas. O noivo geralmente se pronuncia na hora que você fala de preço. Sempre querendo alguma vantagem ou desconto. Fique esperto. 





Primeira pergunta de entrada: Qual a data do seu casamento?
Segunda e fulminante pergunta: Qual a igreja e cerimonial?


Através do cerimonial você já vai perceber o tamanho do bolso do seu cliente. Cerimonial simples ou impetuoso já mostra o perfil deles. A bola está com você a partir de agora. Mostre seu trabalho, sempre um com mais pompa, luxo e status que o que o seu cliente aparenta ter (passe seu crivo). Ninguém gosta de ver nada que seja semelhante ou pior que seu próprio status.


Repare nas observações, comentários e olhares. Comentários denegrindo ou lançando piadas aos protagonistas, amigos ou parentes que aparecem no vídeo mostra que eles não valorizam seu trabalho. Você deve valorizar! Chame a atenção para sua captação, enquadramentos. Discretamente interrompa esses comentários (mães e amigas de noivas adoram fazer isso). Se continuarem a reparar nas pessoas, dificilmente você fechará negócio. A não ser que seu trabalho seja muito barato ou dê um belo desconto.


Comentários sobre a beleza dos ambientes, casal, etc...na verdade estão reparando subliminarmente em sua produção. Bom sinal. Eles já estão valorizando seu trabalho. Haja com profissionalismo, comente de sua preocupação com o que há de melhor. Diga que seu trabalho é registrar um momento único da vida deles. É contar a história deles. 


Não esqueça
Nós não vendemos filmagens ou fotografias. Vendemos à eles emoção e sentimentos. Para nós profissionais, em off, vendemos disponibilidade de tempo. O que faz o tempo de um ser mais caro que o do outro, é o investimento seu em cursos, equipamentos, estrutura, etc. 


Capriche em seu visual que será seu marketing pessoal. Conheça totalmente seu produto e não deixe seu cliente sem respostas. Jamais. Responda de bate-pronto. Mas não fale demais, dê pausas para seu cliente olhar seu trabalho, entender sua apresentação e se pronunciar. Vendedor que fala demais é sempre um chato. Tenha autocrítica.


Lembre-se
Você é o dono do campo, do time e o juiz está do seu lado. Porém a bola é de seu cliente. Seu argumento é que fará ele te dar o passe....ou não.


Boas vendas!
...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

DSLR – TER OU NÃO TER, EIS A QUESTÃO




A câmera DSLR está se tornando, cada vez mais, um equipamento indispensável para cinegrafistas e amante das artes.  Sem falar que passou a ser acessíveis a uma maior gama de profissionais, democratizando o culto ao registro cinematográfico.
Mais antes de adquirir deve-se analisar todas as possibilidades do que este formato irá agregar ao trabalho. O pecado mais cometido pelos cinegrafistas é exatamente este: simplesmente comprar o equipamento, sem fazer uma lista de prós, contras, investimento e retorno alcançado. Assim sou “arguido” diariamente por muitos leitores querendo comprar modelos A ou B simplesmente por que ouviu falar, porque o dinheiro só chega até ali, ou porque acham que é a tendência.
Qualquer investimento deve ser pensado e estudado. Sempre.

Qualidade de imagem
Devido ao tamanho maior do sensor de imagem em DSLR, que permite maiores tamanhos de pixels, elas são capazes de gerar um ISO mais rápido que levará a velocidades mais rápidas e menos grãos, ou ruídos.  Normalmente, quando filmamos com filmadora, nosso zoom médio de trabalho fica em 5x, e se precisarmos de mais, teremos que acionar o zoom digital, fatalmente deteriorando a imagem. A grande vantagem da DSLR é você poder optar por grandes zoom óticos sem a deteriorização, bastando apenas comprar a lente certa. E nada se compara a um zoom de DSLR contra de uma filmadora. Elas podem ser equipadas com muitas lentes de alta qualidade que vão de grande angular a super distâncias focais longas, claro, dependendo do que você estará filmando, e também do tamanho de seu orçamento. Incluindo a esta gama de lentes um grande número de outros acessórios (filtros, suportes, LEDs), uma DSLR pode ser adaptada para muitas situações diferentes.
A qualidade final do tipo de lente que se usa é muito grande. Quanto mais claras, mais caras, e logicamente, imagens mais cristalinas e perfeitas.

Velocidade
DSLR são equipamentos com motores e processamento muito rápido devido a sua mecânica e engenharia de eletrônica. Ligando elas, quase que instantaneamente já estão prontas  para se trabalhar.

LCD
Devido ao reflexo do espelho nas DSLR, o que você vê ali é muito mais fiel e confiável do que boa parte das filmadoras. Portanto dificilmente será surpreendido com uma imagem bela no LCD e depois uma ruim na gravação.



Grande faixa de ISO
Isso varia muito entre as câmeras, quanto mais, mais caras mas geralmente as DSLRs oferecem uma grande variedade de configurações de ISO que se presta a sua flexibilidade na fotografia e filmagem em diferentes condições. Leigamente falando, mais ISO, menos luz para se filmar.

Controles Manuais
Uma DSLR é projetada de tal forma que permite que o operador possa controlar todas as suas funções durante uma gravação, o que resulta em algo muito pessoal e personalizado durante as filmagens. Constantemente sou abordado pelos leitores que querem saber como consigo determinadas cores em meus filmes. Resultado de um olhar muito particular, regulagem do equipamento e colorização da pós-produção. Não é uma receitinha de bolo.

Menor perda de investimento
Notou que a filmadora de nosso sonho é sempre a mais cara? E quando decidimos vendê-la, seu preço despenca e perdemos boa parte do investimento? Poisé. DSLR é bem diferente. Seu valor não é tão desvalorizado assim. Principalmente se seu uso for exclusivamente como filmadora, onde o click do obturador, que provoca o desgaste da mesma, não conta neste caso.
Outro ponto favorável para a DSLR é que os fabricantes não lançam tantos modelos que substituem a que você acabou de comprar. E mais: o maior investimento de uma câmera são as lentes. Essas sempre estarão em alta, mesmo usadas. Caso você queira mudar de modelo, mas manter a marca, suas antigas lentes continuarão a lhe servir. Isso significa que seu dinheiro investido em várias lentes será mantido por muitos anos.

Profundidade de campo
Uma das coisas que eu mais gosto e que é um grande diferencial da DSLR, é a versatilidade que ela nos dá em muitas áreas, especialmente na profundidade de campo. Um trabalho, qualquer que seja ele, desde um casamento, um corporativo até um filme, tem seu valor agregado pelo simples fato deste recurso de desfoque. Fundos borrados, dispersos e embassados, com o assunto focado, dá um ar de cinema e de arte. Portanto muito mais bonito e com capacidade de se faturar mais.

Qualidade ótica
Hesito em adicionar este ponto porque há um grande grau de diferença de qualidade entre lentes DSLR, mas em geral, as lentes que você encontrará em uma DSLR são superiores as das câmeras de filmagem. Lentes DSLR são maiores (apesar da grande quantidade de vidro) e muitas delss têm muitas horas de tempo dedicadas à sua fabricação. Alguns modelos top de linha levam mais de 24 horas para ficarem porntas. Apesar da marca em si não fazer tanta diferença para quem usa para filmagem, aconselho que se invista sempre que possível, na melhor lente, na lente da própria marca da câmera. Ela é a diferença entre uma lente de ponta em uma câmera de médio alcance ou uma lente de médio alcance em uma câmera de alto desempenho.  Meu investimento seria sempre na lente, pois ela que sempre fará a grande diferença.

Decisão de compra
Antes de abordar a forma de comprar uma DSLR, tenha em mente que as DSLRs não são para todos. Infelizmente. Largar uma filmadora e partir para uma DSLR não é simplesmente sair de uma bicicleta e montar em uma motocicleta. Tem muito mais nessa migração de equipamentos. Tem novo aprendizado, conhecimento profundo de recursos tecnicos, domínio dos recursos da camera, visão artistica, dedicação, estudo e paciência, muita paciência.  Gravar com DSLR pode seu um grande prazer para uns. Para outros uma tragédia. Se você é do tipo que gosta apenas de pegar a camera e sair gravando e pensando que só em mexer vai aprender, ledo engano. É necessário gosto para estudar. Minha equipe, que considero uma das melhores aqui da região, com resultados de destaque e que arrebanham muitos clientes a cada mês, estarão indo a São Paulo se reciclar, pois o aprendizado para quem mergulha neste mundo é interminável e fundamental. Se seu estilo é comprar, apontar e gravar, nada mais, a DSLR será uma bazuca para matar moscas. Não compre.

Qual DSLR comprar
Há uma crescente variedade de modelos no mercado. Aqui estão alguns fatores a considerar quando se deseja uma DSLR:

Preço – Primeira coisa quando se pensa em comprar uma DSLR é preço. A faixa de preço de alguns revendedores ajudam a conseguirmos um bom  valor final.Uma boa pesquisada na internet e já é possível descobrir o preço médio real da câmera. Mas cuidado com preços baixos demais. Defina um orçamento para a sua compra, mas certifique-se que você tenha em mente que precisa considerar outros custos, que serão: kits de lentes claras, que pode, uma delas, custar mais que a câmera toda (esqueça a que vem nela – de preferência compre apenas o corpo), baterias (sempra mais de uma), cartões de memória (16/32Gb sempre classe 10 pra mais), case ou mochila para o equipamento, filtros UV, polarizadores, iluminação de LED, monopé e tripé.

Check List - Faça uma lista realista do tipo de trabalho que você quer fazer . Dentro desta expectativa, defina novamente todos os acessórios que vai necessitar, sem exagerar nos itens. Descarte o que não fará falta. Um exemplo é o suporte de ombro com Mattebox. Se seu foco for casamento, jamais usará isso.

Porte - As DSLRs são na maioria compactas e bem menores que filmadoras. A pegada delas em si já é diferente pois foram feitas para fotografar. Porém o corpo delas deve ser confortável e com espaço para agarrá-las por longos períodos. Na minha opinião, sugiro sempre que compre DSLR que possa receber um grip (extensor de bateria) que além de aumentar a autonomia de gravação, ainda ajuda, e muito, na sua pegada. A DSLR, originalmente, não foi feita para filmar. Mas a coisa pegou e os fabricantes demoraram a perceber o novo mercado, mantendo a estrutura padrão. Por conta desse sucesso, a Sony e Panasonic lançaram seus modelos também no formato “fotografia”.  A Canon acabou com a padronização do formato e seus últimos lançamentos já possuem uma ergonometria favorável para os dois tipos de trabalho.

Resolução - Quantos megapixels que ela tem é a primeira pergunta que se faz sobre a nova câmera. E neste caso, tamanho é documento. Quanto mais, melhor.

Tamanho do Sensor – Uma outra questão a considerar é o tamanho do sensor de imagem. "Fator de corte", este termo surge quando você fala sobre o tamanho do sensor de imagem. Em geral, um sensor maior tem algumas vantagens em relação a um menor, embora haja custos extremamente caros. Na verdade é o tamanho do olhar da câmera. Uma Full vê de um tamanho, uma Full Frame vê mais ainda, ambas em um mesmo lugar.

Atualizações futuras  - Uma grande vantagem da DSLR é a atualização. Desde um novo firmware disponibilizado no site do fabricante, onde você baixa e coloca seu equipamento com as últimas alterações e melhorias de fábrica, desde a compra de novas lentes. Seu equipamento raramente estará com cara de ultrapassado, como as filmadoras.
Pergunte a si mesmo sobre seu atual nível de especialização em cinematografia e se você é do tipo de pessoa que aprende a dominar alguma coisa de forma rápida. Se este for seu caso, invista no melhor equipamento que seu dinheiro alcance. Caso não, comece com modelos mais baratos, para dominá-los e seguir em frente.

Outros Recursos - A maioria das DSLRs têm uma grande variedade de recursos que provavelmente irá sobrecarregar e confundi-lo. Primeiramente, compare os modelos que estão ao seu alcance. Todos têm características básicas, como a capacidade de usar abertura, prioridade do obturador, automático, foco manual, etc. Mas também há muita variação no que é ou não é oferecido.

Tamanho e mobilidade do LCD - É impressionante quanta diferença de um centímetro pode fazer quando se quer ver as imagens no LCD da câmera. Maior é mais confortável e a articulação do mesmo é um grande auxílio em planos baixos ou altos. Pena que raramente encontramos um modelo com todas as características que nos agradam em um só equipamento.

Conectividade -  Reconhecimento sem fio entre sua DSLR e um computador é um recurso fantástico. Porém a novidade custa caro. Alguns fabricantes estão optando por disponibilizar um acessório para ser adquirido a parte.


Marca
Agora é com você. Qual marca escolher. As donas do mercado Nikon e Canon, ou as aproveitadoras do nicho, Sony e Panasonic. Avalie preço de tudo, incluindo acessórios, assistência técnica, qualidade, menor depreciação. E faça seu investimento. Uma coisa é certa. Depois de dominar essas bichinhas, suas filmadoras serão aposentadas definitivamente.
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domingo, 19 de fevereiro de 2012

DICAS PARA SABER O QUE TRAZER DO EXTERIOR



Muitos leitores tem me perguntado sobre trazer equipamentos do exterior durante uma viagem. Se vale a pena, se não vai dar problemas com a alfandega, o que pode trazer, etc.
Primeiro é importante saber para onde você vai. Se for para a Europa, tome cuidado com o sistema de gravação das câmeras nestes países. Geralmente são padrões inadequados para o Brasil e você pode estar comprando um belo equipamento, porém não vai conseguir usar as imagens por aqui. Lá, os sistemas normalmente são o PAL, PAL-N, PAL-G e, além de terem todo o processamento diferente do brasileiro, a velocidade de gravação é diferente (no caso de câmeras com fitas).
Pra quem vai pro Japão, fique ligado apenas no idioma de menú do equipamento. Alguns só tem a opção do japonês simplificado. Leitura difícil. O padrão é o mesmo que usamos aqui, NTSC.
Já pra quem vai pra terra de Obama, só alegria! Padrão perfeito pra gente mas com um adendo. A maioria dos equipamentos adquiridos lá não tem garantia no Brasil. No caso da marca Sony, a companhia dividiu por regiões os seus modelos, e direciona as peças para cada uma delas, não disponibilizando um para outra área. Fique ligado nisso.


Vamos agora falar da maioria dos mimos tentadores que somos doidos pra trazer. smartphones, tablets, notebook, celulares. Nem todo telefone vendido lá funciona aqui. O aparelho tem que estar em configuração com padrão e frequencias homologadas no Brasil, que são GSM quadriband ou quad-band (GMS 850/900/1800/1900 MHz). Cuidado ainda com os que estão em promoções com operadoras de lá. Você pode não conseguir desbloquear aqui.


No caso de tablets, a coqueluche do momento, computadores e notebooks, atente para o sistema operacional. A regra da garantia é valido para esses aparelhos também. Marcas que não existem aqui pode ser dor de cabeça no futuro.


Impostos
Computadores e filmadoras estão enquadrados entre os produtos que ficam dentro do limite de US$ 500 para quem compra produtos no exterior. Passando deste valor, gera o imposto que é de 50% do excedido. Smartphones estão liberados. Tablets não. Neste caso as regras são diferentes de acordo com os recursos incluídos. Os que tem acesso a web, como o iPad recebem tributo. Os para leitura apenas (book), não são tributados.


Então o que posso trazer sem pagar tributos?
Um celular (incluindo Smartphone), um aparelho reprodutor de áudio/vídeo portátil, um pendrive, uma câmera fotográfica (com função de vídeo).
Além dos equipamentos citados acima, você ainda tem direito a isenção para bens trazidos em sua bagagem de mão, até o valor de US$ 500 quando voltar para o Brasil, aéreo ou marítimo.


Notebooks e filmadoras
Não estão incluídos na lista de "bondade" da Receita Federal, então se for fazer um trabalho lá fora com uma câmera daqui, ou você leva a Nota Fiscal, ou registra sua saída do Brasil através da DST - Declaração de Saída Temporária de Bens. Você pode pegar no site da Receita, preencher os dados do equipamento, como modelo e numero de série, e apresentá-la, junto com o equipamento, na Alfandega do aeroporto para receber o carimbo de fiscalização. Este documento não perde a validade, portanto sua câmera poderá sair e voltar quantas vezes quiser.


Fica a dica para você quando for dar um merecido "rolé" lá fora.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ILUMINADOR LED W12 PRO 250w


Aos poucos a tecnologia dos light emitting diod, ou LED, estão invadindo de vez o mercado audiovisual, e com isso, temos encontrado excelentes preços em produtos que, até então, custavam acima dos mil reais. Recebi de Lucas Lapa um produto que me deixou satisfeitíssimo com o desempenho, custo e resultado final.

Apresento o iluminador a LED W12 Pro, que gera até uma potencia de até 250w em abertura máxima e sem os difusores. Um forte holofote que transforma sua câmera num tremendo "pau de luz".


São 12 super Leds de luz branca que resultam numa textura limpa e natural. Hoje, os mais potentes do mercado, que são o SONY e COMER, com 1800 lux, encontraram no W12 Pro um concorrente de peso. Por um custo extremamente baixo e gerando 1400 Lux, ele praticamente resolve problemas sérios de câmeras que precisam de claridade para filmar. Claro que, como sempre, esta receita não vale para as HD1000 e MC2000 da Sony. Seu formato Wide 16:9 enquadra toda a cena em câmeras com este aspect ratio. Outro ponto positivo durante meus testes, foi a ausência de flicker, uma leitura que as câmeras com CMOS fazem com alguns tipos de LED, e que produziam uns serrilhados e rastros nas imagens. Problema resolvido.


Este modelo adquirido possui recursos que só produtos muito caros tem: visualizador de carga da bateria, que deixa o profissional atento a finalização da bateria. O W12 ainda tem um dimmer onde pode-se regular a intensidade de luz, de 25% até a potência máxima. Vendido separadamente, pode-se usar uma fonte conversora para o iluminador ser alimentado por 110/220v. Ele aceita carga entre 6 a 16V. Ideal para quem quer colocar vários Leds no estúdio. Nas laterais o W12 tem encaixes para se colocar vários deles acoplados e se fazer um painel de iluminação de alta potência.


É uma variedade de fontes de energia que pode-se utilizar no W12. Ou 5 pilhas AA ou baterias Sony da série L, sem falar que até aqueles tijolinhos 12V podem ser adequados ao equipamento. Então, falta de energia não será problema.
Gostei muito do acabamento. Uma fina camada jateada que dá a sensação de um produto extremamente acabado, diferente dos tradicionais plásticos lisos.


Para equilibrar os tons de temperatura e expandir a luz, acompanham 2 filtros difusores (branco e âmbar 3200K) que podem ser usados separadamente ou simultaneamente. O que sua cena pedir.


A sapata que vem junto com o kit é um engate rápido para se colocar na filmadora ou DSLR. Retirando esta sapata, pode-se colocar o LED em um tripé e trabalhar com luz lateral, produzindo recortes incríveis.

Pelo valor do produto, justo e excelente, agora o videomaker e cinegrafista poderá comprai mais de uma peça. Pode-se investir facilmente em outras unidades e trabalhar com contra-pontos de luz, eliminando os terríveis spots de 1000w e as centenas de metros de fios em tomadas. Liberte-se!

Maiores informações e venda deste produto:

domingo, 22 de janeiro de 2012

ADELE - AULA DE ENQUADRAMENTO, FOTOGRAFIA E CRIATIVIDADE


Quando se resolve estudar enquadramentos de cinema, os didáticos que vivem suas experiências de forma teórica, sempre oferecem a mesma explanação. E sem ousadia. Claro que não devemos descartar, jamais, a base de tudo. Devemos respeitar os limites do desconforto, que é o que causa uma imagem mal enquadrada.
Ja postei uma ampla matéria sobre o assunto, sempre colocando meu ponto de vista das cooisas que aprendi, vivenciei e que faço em minhas produções. Então comigo não é papo de teoria. Realizo na prática, todos os dias.
Leia: Enquadramento - Pecados Imperdoáveis


Para quem quer ter uma aula de enquadramentos, fotografia-arte e criatividade, não economize. Compre o DVD ou Blu Ray de Adele - At live in Royal Albert Hall, London.  Você não verá exclusivamente um show. Acompanhará as lições de arte da cinegrafia em cada take apresentado. E engana-se quem pense que só vai servir pra quem grava show. Nada disso!
Serva para tudo, incluindo casamentos e seus making of.


A produtora que gravou o show, XL Recordings de Nova Iorque juntamente com equipamentos da OnSight de Londres, tem em seu cast a nata de cinegrafistas e produtores dos Estados Unidos e de Londres. Uma equipe jovem e antenada nas tendências mais recentes do cinema mundial. Basta observar as cenas gravadas no show de Adele para se ver que o material apresentado nos brinda com todas as receitas básicas de enquadramento, com interferencias de quebra de regras, criatividade, angulos ousados e linguagem contemporânea.


No show em si, todas as perspectivas captadas nos remetem a uma linguagem que pode-se adequar perfeitamente, à filmagem de um casamento. Claro que se respeitando o numero de cameras no show, que são 16 no total. Mas vale a percepção da construção de cada enquadramento, ritmo de corte e valorização dos pontos de ouro.


Já no making of da cantora, um primor. Para aqueles que fazem muita gravação de making of de noiva, tá ali um punhado de lições práticas de como aproveitar cada segundo em um ambiente de 4 paredes, contendo maquiadores, pincéis, cadeiras, espelhos e sua cliente. O diretor de fotografia sabe como ninguém, aproveitar a receita de ter contra-luzes e reflexos a seu favor. Tanto no making of quanto no show, a leitura de foco é precisa, provocando o espectador a olhar realmente para o que o produtor do filme deseja.


Outro momento de pura inspiração e que nos alimenta de informação e aprendizado, é a condução de entrevistas, tanto dadas por Adele quanto as realizadas pelos seus fãs. Captação bem descolada, descompromissada e que, como resultado, dá um charme especial a edição. Foge-se do enquadramento tradicional e da gravação certinha que a reportagem televisiva nos mostra. O registro de Adele, ao mesmo tempo que nos mostra o comum, aquilo que a gente olha e diz: "eu faço isso", nos mostra outra forma de ver uma boa produção, com coisas que a gente olha e diz: "Nunca tive coragem de fazer isso".


Utilizando cameras ARRI ALEXA, tecnologia acima da última geração, os cinegrafistas puderam brincar bastante com a profundidade de campo em toda a produção. Claro que nós, humildes mortais, não temos ARRI, mas temos nossas DSLR que produzem o mesmo efeito de composição. Cabe aqui a avaliação pessoal de cada leitor. asisstir ao show de Adele e copiar literalmente toda videografia, ou ir além. Fazer a releitura deste trabalho e aplicar seu sentimento pessoal aos seus próximos trabalhos, usando apenas o trabalho alheio para lhe trazer inspiração, alimentar a criatividade e personalizar sua carreira.
Agora o show é seu!


Abaixo mais algumas cenas do Show de Adele pra você curtir. Mas não deixe de assistir ao show completo. É um curso rápido, barato, e de alto valor para seu conhecimento.
Referencias:








● Quem está aqui agora

● Estamos chegando a 2 milhões de acessos!

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